QUEM INVENTOU O QUÊ, por Aderson Machado

(Ilustração: imagem copiada de tecmundo.com.br)

Desde há muitos séculos, temos conhecimento das primeiras invenções por parte dos cientistas em qualquer parte do nosso planeta. Mas foi a partir da Revolução Industrial (século XVIII) que se deu início a uma época de grandes invenções tecnológicas.

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DEIXEM O HOMEM TRABALHAR! por José Mário Espínola

Desde que foi nomeado o novo ministro da Educação, o Sr. Carlos Alberto Decotelli da Silva tem sido alvo de denúncias possuidoras de gravidade controversa.

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ADELSON BARBOSA, JORNALISTA POR EXCELÊNCIA

Adelson Barbosa (Foto: Eduardo Santos)

Difícil lembrar outro colega tão jornalista quanto Adelson Barbosa. E, por excelência, repórter, função que consagra a essência do jornalismo. Tive a sorte de ter sido o primeiro a me valer do talento dele.

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IMPERDÍVEL, NA VÉSPERA DO SÃO PEDRO

ANO PERDIDO? por Raíssa Santos

(Foto de mera ilustração copiada do Jornal da USP)

Em um não tão distante dia, uma aluna habituada a recitar poemas, declamou, dessa vez, sua angústia: “Será que, no próximo ano, os professores irão considerar que eu não aprendi nada com as aulas remotas? Será que irão considerar que o meu ano foi perdido?”.

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OUTRO JEITO FASCISTA DE SER, por José Mário Espínola

Li na imprensa que advogados pretendem dificultar o exercício da profissão por parte do ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sérgio Moro. Embora eu tenha as minhas dúvidas quanto à retidão do Sr. Moro na condução de processos da Lava Jato, pois acho que ele agiu politicamente exercendo um papel que lhe coube num amplo plano para retomada do poder político no país, eu também acho que não se pode proibir alguém de trabalhar, salvo por impedimento legal. O trabalho é sagrado para o homem.

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O PODER DA VÍRGULA

Ao completar 100 anos em 7 de abril de 2008, a veneranda Associação Brasileira de Imprensa (ABI) fez uma publicidade super criativa em defesa da boa informação. “Uma vírgula muda tudo. ABI – 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação”, eis o mote daquela  campanha, que me chegou por obra e graça de Dalteir Siqueira Moura Sobrinho, engenheiro da Chesf, um dos mais inteligentes e assíduos colaboradores da coluna que à época escrevia diariamente para o Correio da Paraíba. Confiram a seguir e depois me digam se não é genial.

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O TRANCELIM DE MAMÃE, por José Mário Espínola

Imagem meramente ilustrativa (Youtube/Poder360)

Lá pelos anos 1960 havia uma mendiga que frequentava a Rua Duque de Caxias, no centro de João Pessoa. Ela havia tido paralisia na infância e usava como estratégia estender as pernas e finas ao longo da calçada, para impressionar o passante, comovendo-o a lhe dar um dinheiro.

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DESPUDORADO ABANDONO, por Arael Costa

Balaustrada das Trincheiras é só mato e abandono (Foto de março de 2019 por Vinícius Miron/Portal Correio)

Com um não razoável atraso que despudoramente atribuo ao isolamento a que estamos submetidos, quase que em regime de lei marcial, acabo de ler o artigo do nosso Chico Pinto, com o qual concordo em gênero, letra e número, como se dizia antigamente.

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A ESPERA, por Ana Lia Almeida

Imagem de mera ilustração copiada de pxhere.com

Nessa semana atravessamos o pico da epidemia. Daqui a uns 15 dias a situação deve melhorar. Marcamos aquele compromisso para o mês que vem, é garantido que vai dar certo!

As expectativas da quarentena. Um estado permanente de espera, como um bebê encruado, que não nascerá ao cabo de nove meses. Poço sem fundo. Viagem longa cujo destino não chega.

De quinzena em quinzena, estamos todos fartos de esperar. Mas a virulência não dá mostras de arrefecimento,  a despeito do nosso enfado. Mortos e mais mortos. Notícias ruins uma atrás da outra. Miséria,  racismo, roubalheira.

Nada que o coronavírus tenha inventado, embora no momento pareça bem mais cruel e revoltante.

Ter de esperar está nos matando. Não esperar certamente nos matará muito mais.