UMA ENTREVISTA REVELADORA DE ÂNGELA BEZERRA DE CASTRO

Ângela, à direita, com a mãe e o irmão (Imagem reproduzida do YouTube)

Dentre as manias adquiridas nesse confinamento, assistir a vídeos com entrevistas, músicas e documentários impele-me a mais um vício incurável. Raro o dia em que não passa nas minhas telas – tevê, computador ou celular – algum filme que não me descubra tesouros, não desvende mistérios ou não me faça revelações surpreendentes sobre pessoas e fatos relevantes da minha contemporaneidade. O que vi ontem, então…

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O DOM E O TALENTO

Promessa entre Messi e Neymar destrói Cristiano Ronaldo (e o Real)

Imagem: Blasting News Brasil

Poucas pessoas no mundo têm talento e fazem bem o que fazem.

Outras, pouquíssimas no universo, têm o dom de fazer o melhor.

Talento é para quem é muito inteligente e o dom, coisa de gênio.

Talento tem esperteza e malícia; o dom, criatividade e sabedoria.

Talento pode construir algo belo, mas só o dom dá o acabamento.

Talento é propensão, inclinação; o dom, predicado, atributo nato.

O talento se desenvolve e se aperfeiçoa, mas até um certo limite. 

O dom é geração espontânea, simplesmente brota e se apresenta.

Alguns governantes são talentosos, mas só estadistas têm o dom.

Na música, por exemplo, Wilson Batista seria talento; Noel, dom.

Na educação, Anísio Teixeira foi o talento; Paulo Freire, o dom.

Na literatura, quem nasceu Junqueira jamais será um Machado.

No futebol, Neymar tem muito talento, mas o Messi tem o dom.

E você? Qual é o seu talento? Ou você tem o dom? Diga aí…

  • Texto atualizado às 9h30 de 28.8.2020

 

A VOZ E A VEZ DE ÂNGELA, por Frutuoso Chaves

Meus olhos já não conseguem ler com facilidade o texto impresso em corpo 10, nas páginas amarelas daquela edição de 20 de dezembro de 1990, da Revista “A Carta”, a publicação semanal mais aguardada, àquele tempo, pelo público leitor da Paraíba.

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AGRO É NADA NA PARAÍBA, por Antônio Carlos Ferreira de Melo

Imagem meramente ilustrativa (Foto: Paraíba Total/Globo Rural)

Sabem aquela propaganda da Globo – ‘Agro é pop, top, tech, tudo’? Na Paraíba, para infelicidade geral e graças à incompetência ou omissão do poder público, lamentavelmente o ‘agro’ tem nada de pop, top, tech, muito menos tudo. Aqui, o agro é tristemente e cada vez mais um nada, por conta da história e motivos que vamos contar agora.

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A RETA DE IBIMIRIM, por Aderson Machado

Trecho da Reta de Ibimirim (foto do arquivo pessoal de Aderson Machado)

Encravada no Sertão pernambucano, a Reta de Ibimirim, como é conhecida, é a rodovia BR-110/316-PE, que liga Ibimirim, cidade que fica na microrregião do Sertão do Moxotó, à cidade de Petrolândia, esta pertencente à microrregião do Sertão de Itaparica.

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AGOSTO PODE SER UM MÊS BOM, por José Mário Espínola

A Síndrome de Sugar Baby” dos presidentes: de Getúlio Vargas a ...

Imagem copiada de RedeNews, em ‘A Síndrome de Sugar Baby dos presidentes: de Getúlio a Bolsonaro’

Neste 24 de agosto, há 66 anos, o presidente Getúlio Vargas deixava a vida e entrava para a história ao atirar contra o próprio coração. Isso aconteceu com um político que durante quase três décadas influenciou, com um breve intervalo, o desenvolvimento do país e a vida dos brasileiros.

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Escritores, poetas e artistas querem Ângela Bezerra de Castro presidente da Academia

Ângela Bezerra de Castro, escritora, ensaísta e crítica literária (Imagem reproduzida do YouTube)

Pela primeira vez em sua história de 80 anos, a Academia Paraibana de Letras (APL) pode ser dirigida por uma mulher. Ângela Bezerra de Castro é o nome que escritores, poetas e artistas plásticos querem ver presidente da entidade.

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OS ISOLADOS, por Ana Lia Almeida

Pessoa em isolamento por conta do coronavírus: a melhor solução para prevenir o avanço da doença

Imagem meramente ilustrativa. Crédito: Divulgação/A Gazeta

Uma rápida passagem pelas proximidades da feira de Mandacaru comprovou minhas suspeitas: em toda a região, somente lá em casa estamos em quarentena. Alcancei, finalmente, o significado mais pleno da palavra isolado, atestado pelo Dicionário Caudas Aulete: “Só, solitário. Separado de tudo que o rodeia. Individual, sem relação com outras coisas ou pessoas da mesma espécie.”

Trata-se de uma espécie em extinção, os Isolados, apesar do seu tão recente aparecimento na história natural como variante dos Homo Sapiens. Teimosos, não acreditamos que a pandemia acabou. Medrosos, tememos virar mais um número nas tabelas do jornal. Chatos, julgamos parentes e amigos que só querem dar uma passadinha rápida no shopping ou fazer aquele churrasquinho no fim de semana.

Teimosia, Medo e Chatice são os principais atributos dessa espécie, que, embora presentes também na humanidade em geral, nos Isolados adquiriram o mais alto grau de desenvolvimento e intensidade.

Um maior estudo dos hábitos de vida e características dos Isolados ainda carece de maior aprofundamento em virtude da grande dificuldade de identificação destes raros indivíduos, mas eu, na qualidade de membra da espécie, posso oferecer ao leitor curioso algumas pistas sem pretensões de generalização. Perdemos o sono facilmente, sobretudo por causa do noticiário. Temos pavor de supermercado e fazemos a feira pelo celular. Desistimos do ano e até mesmo do próximo Carnaval.

Somos estranhos, os Isolados. Cheios de esquisitices, aguardando uma vacina pra poder evoluir para outro tipo de gente. De preferência um tipo de gente que supere a normalidade, tanto a nova como a velha.

  • Ana Lia Almeida é Professora e Cronista

DILEMAS DE UM ALVINEGRO, por José Mário Espínola

(Imagem: radiobotafogo.com.br)

“Yo no creo en brujas,
pero que las hay, las hay!”
(Miguel de Cervantes Saavedra)

É bastante conhecida a fama de tradicionalmente supersticioso dos torcedores do Botafogo. Isso não existe! Eu, por exemplo, não o sou. É claro que tem uns torcedores que abusam de algumas das nossas tradições.

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OS ALOPRADOS, por Raíssa Santos

(Imagem recortada de charge de Ziraldo publicada em caosnaeducacao.blogspot.com)

Não sei, mas sinto que a distância entre os corpos uniu ainda mais as mentes, as personalidades, as essências, e escancarou quem realmente somos. Falo isso, voltando-me para o meu ofício de educadora. Vejo cada dia, de forma mais concreta, com quem quero conviver até a aposentadoria.

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