MEDO DA MORTE, por Aderson Machado

(Imagem: UniSulHoje)

Quando tinha aproximadamente vinte anos de idade, comecei, não sei por que, a me preocupar com a morte. A morte física, claro. Com efeito, coloquei na cabeça que estava com uma doença incurável – no âmbito da medicina -, e que os meus dias estavam contados.

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A GUERRA QUE NOS FALTAVA, por José Mário Espínola

Cemitério da Vila Formosa, em São Paulo, tem covas abertas à espera dos mortos pela covid-19 na pandemia de coronavírus - Nelson Almeida/AFP

Imagem: Nelson Almeida/AFP

A primeira vítima social da pandemia é a vaidade. Em seguida, vêm o egoísmo, o orgulho e o preconceito. Outras virão ao longo desse período de necessidade coletiva.

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POETA LANÇA CORDEL EM HOMENAGEM A SIVUCA

Sivuca foi sanfoneiro
E dedilhava bonito
Sua vida dá roteiro
Pro popular e erudito
Era artista por inteiro
Do mais alto gabarito.

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DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS, por Fábio Bezerra

(Imagem de mera ilustração. Foto: Rizemberg Felipe/JP)

Diante da perspectiva de contenção ou redução dos índices da pandemia, o mais frustrante nas decisões de retomada da economia na Paraíba, particularmente em João Pessoa, é o tratamento de dois pesos e duas medidas dispensado a determinadas categorias. 

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QUADRILHA TEIMOSA, por Ana Lia Almeida

(Imagem apenas ilustrativa reproduzida de G1DF)

Foi-se junho. Tão querido, tão festivo, foi-se triste sem as sanfonas, sem as fogueiras nem os balões.

Mas teve gente que não deu o braço a torcer: arrumou milho, canjica, pamonha e pipoca e chorou vendo os artistas cantando no computador. Muitos deles penando, sem o sustento do ano todo que conseguem nessa época, e por isso gente que brilha como Gilberto Gil fez uma festa junina pra arrecadar uma grana pra eles.

Aqui em casa teimamos e fizemos uma quadrilha. Sim, presencial! O marcador filmou tudo, enquanto puxava os anarriês e os alavantus. Passou a cobra, passou a chuva e teve até o serrote!

Os seis quadrilheiros, contando com os cachorros, terminaram no chão, morrendo de rir.

DE PARIS A SERRARIA

Em meio a tantas aflições e fatos deprimentemente pandêmicos da  vida brasileira, publicar dois livros em menos de um mês é um feito e tanto. Mais ainda se trazem tanto sentimento e riqueza histórica como ‘Os olhos no Exílio – Fragmentos & Antimemórias’ e ‘Engenho Laranjeiras – O doce afeto da natureza’. Francisco Barreto é o autor. Das obras e da proeza.

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O LADO BOM DA COISA, por José Mário Espínola

(Foto: Doutor Multas/IG)

Tudo na vida tem dois lados. Sempre que surgir um revés temos que procurar o lado bom da coisa, pois ele existe. Às vezes como menos esperamos.

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QUEM INVENTOU O QUÊ, por Aderson Machado

(Ilustração: imagem copiada de tecmundo.com.br)

Desde há muitos séculos, temos conhecimento das primeiras invenções por parte dos cientistas em qualquer parte do nosso planeta. Mas foi a partir da Revolução Industrial (século XVIII) que se deu início a uma época de grandes invenções tecnológicas.

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DEIXEM O HOMEM TRABALHAR! por José Mário Espínola

Desde que foi nomeado o novo ministro da Educação, o Sr. Carlos Alberto Decotelli da Silva tem sido alvo de denúncias possuidoras de gravidade controversa.

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ADELSON BARBOSA, JORNALISTA POR EXCELÊNCIA

Adelson Barbosa (Foto: Eduardo Santos)

Difícil lembrar outro colega tão jornalista quanto Adelson Barbosa. E, por excelência, repórter, função que consagra a essência do jornalismo. Tive a sorte de ter sido o primeiro a me valer do talento dele.

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