A REVOLTA DOS SAPATOS, por Ana Lia Almeida

Mulher tirando sapatos de salto alto Foto Premium

(Imagem meramente ilustrativa copiada de br.freepik.com)

Ao tomar conhecimento da flexibilização da quarentena, meus sapatos se animaram. Um mundo de possibilidades voltou a se abrir para eles. Finalmente se encontrariam novamente com as tão queridas calçadas, com o concreto, com as rampas, degraus e ladrilhos, com outras cerâmicas além do chão dessa casa enfadonha onde estamos todos enclausurados há 4 meses.

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MENINICES, por José Mário Espínola

(Imagem meramente ilustrativa copiada do blog Como Educar seus Filhos)

Menino é e sempre será menino, não importa a geração, raça ou espécie. As meninas são, realmente, diferentes. São mais graciosas, delicadas, suas brincadeiras são mais suaves. Porém a sua meninice é mais curta que a dos meninos. Então elas deixam de ser meninas e, como disseram Luiz Gonzaga e Zé Dantas no Xote da Menina, “… ela só quer, só pensa em namorar!”. Questão de hormônios, não se pode mudar.

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LÍNGUA DE MACHO (II)

(Imagem meramente ilustrativa copiada de megajuridico.com)

Na primeira parte desse exercício de cultura inútil sobre machismo na Língua Portuguesa (ou de seus dicionaristas), publicada ontem (14), sugeri ao leitor dar uma espiada nos verbetes ‘homem’ e ‘mulher’ em alguns dos nossos mais concorridos dicionários, para conferir a diferença de tratamento a um e outro gênero. Bem, aos que acataram ou não a sugestão, reproduzo adiante o resultado de minha própria busca.

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LÍNGUA DE MACHO (I)

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(Gif copiado de medium.com)

Seria o povo do falar português, ao lado do francófono, hispânico ou italiano, único da raça humana letrada capaz de qualificar pessoas e coisas com adjetivos em dois gêneros. Tem um porém, contudo.

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PROFESSOR DENUNCIA CRIME AMBIENTAL NO CABO BRANCO (também em vídeos)

Fotografias feitas pelo próprio Sarmento mostram o antes e o agora na praia do Cabo Branco após a ‘invasão’ das pedras

O mar está arrastando pedras colocadas ao pé da barreira do Cabo Branco para outras áreas da praia do mesmo nome, ameaçando estender-se até Tambaú, causando danos ambientais de quase impossível reparação e de proporções ainda imensuráveis.

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UM GESTO HEROICO, por José Mário Espínola

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(Imagem meramente ilustrativa: Jornal Ciência)

Até a década de 1960, os cabarés tinham muita importância para a sociedade de João Pessoa. Mais exatamente para o lado masculino. Histórias mil são contadas de figuras que praticamente “viviam” dentro dos cabarés. Lá tinham uma vida social e comunitária intensa: encontravam-se, dançavam, fumavam, bebiam e jogavam baralho.

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MEDO DA MORTE, por Aderson Machado

(Imagem: UniSulHoje)

Quando tinha aproximadamente vinte anos de idade, comecei, não sei por que, a me preocupar com a morte. A morte física, claro. Com efeito, coloquei na cabeça que estava com uma doença incurável – no âmbito da medicina -, e que os meus dias estavam contados.

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A GUERRA QUE NOS FALTAVA, por José Mário Espínola

Cemitério da Vila Formosa, em São Paulo, tem covas abertas à espera dos mortos pela covid-19 na pandemia de coronavírus - Nelson Almeida/AFP

Imagem: Nelson Almeida/AFP

A primeira vítima social da pandemia é a vaidade. Em seguida, vêm o egoísmo, o orgulho e o preconceito. Outras virão ao longo desse período de necessidade coletiva.

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POETA LANÇA CORDEL EM HOMENAGEM A SIVUCA

Sivuca foi sanfoneiro
E dedilhava bonito
Sua vida dá roteiro
Pro popular e erudito
Era artista por inteiro
Do mais alto gabarito.

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DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS, por Fábio Bezerra

(Imagem de mera ilustração. Foto: Rizemberg Felipe/JP)

Diante da perspectiva de contenção ou redução dos índices da pandemia, o mais frustrante nas decisões de retomada da economia na Paraíba, particularmente em João Pessoa, é o tratamento de dois pesos e duas medidas dispensado a determinadas categorias. 

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