MADRINHA QUERU, por Aderson Machado

Querubina Amélia de Mendonça (Foto: Álbum de Família)

Madrinha Queru – como a chamávamos carinhosamente – era a minha avó materna. Por sinal, foi a única avó que conheci e convivi com ela até meus doze anos. Quanto a meus avôs, não os conheci.

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Em contundente artigo, engenheiro denuncia destruição da praia do Cabo Branco

Um dos trechos da praia mais afetados pelas pedras (Foto: Francisco Jácome Sarmento)

A praia do Cabo Branco está sendo destruída, denunciou nesta segunda-feira (27) o engenheiro Francisco Jácome Sarmento, dessa vez em contundente artigo no qual acusa a Prefeitura da Capital de tentar fugir à responsabilidade por danos ambientais causados pelas pedras que por lá apareceram recentemente.

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CARTEIRADA

Criada em 1988, a Operação Manzuá foi desativada em 2011 (Imagem copiada de abriosa.com.br)

O caso mais ou menos narrado a seguir deu-se na manhã de uma terça-feira em agosto de 1989, na Paraíba.

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COVID SINE DIE: A VIDA CONTINUA, por Francisco Barreto

Ilustração de Peter Kuper para

Ilustração de Peter Kuper para “A Metamorfose”, de Franz Kafka

“Quando certa manhã Gregor Samsa acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso”.

Franz Kafka

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CARTA-PRECE A DOM HÉLDER, por Marcelo Barros

Dom Hélder Câmara (Foto: acervo do Instituto Dom Hélder Câmara)

Querido Dom Helder,

Tudo em paz por aí?

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EM TORNO DA FOGUEIRA, por José Mário Espínola

Fogueira - Foto de Camping Viveiro, Alto Paraíso de Goiás ...

(Imagem meramente ilustrativa copiada de blog.thenorthface.com.br)

Não há dúvida que Wilson era, realmente, um gentleman. Em todos os nossos acampamentos, nunca tivemos um convidado tão fino. Mas tudo tem limites.

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DESINTELIGÊNCIA

Vantagens e desvantagens das redes sociais

(Imagem copiada de oficinadanet.com.br)

Unha e carne desde a quinta série do fundamental em Bananeiras, não se viam nem se sabiam há mais de 20 anos. Na verdade, com pandemia e insensatez se espalhando, um temia receber notícia do outro.

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A MESA E A FORMIGUINHA, por Aderson Machado

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(Imagem meramente ilustrativa copiada de itapuacity.com.br)

Era um lindo dia da primavera de 2009. O sol aparecia imponente, e fazia muito calor. Apesar de estar numa praia, não optei por ir à beira-mar. Escolhi um restaurante, recuado da orla marítima, para saborear uma “loira bem gelada”.

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GAMELEIRA, por Tereza Barros

Imagem meramente ilustrativa (Foto: Carlos Amorim/fernandapompeu.com.br)

Plantada pelo vento de Iansã, a gameleira resistiu e viveu seu advento, se enraizando em solo adverso. Fincou-se no muro do terreiro de um antigo casarão, do histórico bairro olindense de Santa Tereza. Árvore de Terreiro de Santo, forjou o seu tronco, a ele integrando diversos elementos de ferro, abandonados junto ao muro, que ela abraçou com suas raízes aéreas, e com os dois se fundiu num só tronco. E, nesse rito de luta pela vida, se consagrou aos dois orixás, a Iansã, que a plantou, e Xangô, que a cultivou. E assim aquilombou-se naquele verdejante terreiro de Oxalá. Onde Iansã abria clarões de sol e luar, raios de luz, a riscar o chão assombrado por sua exuberante copa, domínio de Xangô, o santo guerreiro.

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A INVASORA

(Imagem meramente ilustrativa copiada de portallos.com.br)

Foi um alvoroço medonho. Ela entrou pela janela da cozinha e foi logo atacando o morador. Sentado e concentrado, ele fazia as contas do mês num caderninho sobre a mesa de tomar café da manhã.

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