VIDAL DE NEGREIROS, por Aderson Machado

André Vidal de Negreiros (retrato no Museu do Estado de Pernambuco)

O fato que relato adiante acredito que não tenha acontecido apenas comigo. Quer dizer, fatos semelhantes, decerto, podem ter acontecido com um sem-número de pessoas.

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PRODUÇÃO ANIMAL (IV), por Antônio Carlos Ferreira de Melo

Imagem de mera ilustração copiada do Youtube (i.ytimg.com)

Além da produção de aves de corte como prática da disciplina de Avicultura, que ministrei no Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN), na mesma linha de introduzir o aluno no fazer para aprender e aprender fazendo impulsionei e executei mais dois projetos de extensão relevantes quando professor da famosa Escola de Bananeiras (PB).

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PRODUÇÃO ANIMAL (III), por Antônio Carlos Ferreira de Melo

(imagem copiada de pmaisc.com.br)

Ao me aposentar em 1994 como Professor do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN), a tradicional Escola de Bananeiras que integra a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), encerrei o meu magistério com a certeza do dever cumprido.

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PRODUÇÃO ANIMAL (II), por Antônio Carlos Ferreira de Melo

Imagem de mera ilustração copiada de criatorionadasbranco

Na primeira parte do relato sobre produção animal que implantei ou incrementei, enquanto professor de Zootecnia do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN), expus alguns percalços na introdução de uma avicultura de corte na tradicional Escola de Bananeiras.

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PRODUÇÃO ANIMAL (I), por Antônio Carlos Ferreira de Melo

Imagem por mera ilustração (copiada de vetogate.com)

Ser professor do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN) deu-me a oportunidade e a felicidade de implantar ou incrementar alguns projetos de produção animal na tradicional e querida Escola de Bananeiras, no Brejo Paraibano.

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DE ‘CARANGUEJO’ A PROFESSOR, por Antônio Carlos Ferreira de Melo

Antônio Carlos, Caranguejo (Foto: perfil WhatsApp)

Um encontro inesperado na última quarta-feira (5) com o jornalista e escritor Robson Nóbrega, que não via há cinquenta anos, remeteu-me de imediato às lembranças do meu tempo de criança em nossa Bananeiras, no Brejo Paraibano.

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UM PORRE PRA ESQUECER, por Aderson Machado

(Ilustração copiada de 1nwes.com.br)

Era dezembro do longínquo ano de 1969. Eu tinha apenas 17 anos e estudava no então Colégio Agrícola Vidal de Negreiros, de Bananeiras, Paraíba.

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RECORDANDO BANANEIRAS (II), por Aderson Machado

Pavilhão de aulas do Colégio Agrícola de Bananeiras (Foto: Egberto Araújo, 2012)

No primeiro capítulo dessas recordações mencionei as dificuldades para estudar e me adaptar ao regime de internato do então Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN), de Bananeiras.

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RECORDANDO BANANEIRAS (I), por Aderson Machado

Praça do pavilhão de aulas do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (Imagem: YouTube)

Corria o ano de 1966 quando, ao ser aprovado no exame de admissão ao ginásio, aos treze anos de idade, deixava eu, com lágrimas nos olhos, o doce convívio do lar para ir estudar no então Colégio Agrícola Vidal de Negreiros, mais conhecido como a Escola de Bananeiras, situado na zona rural do município de Bananeiras/PB, distante um quilômetro da sede do município.

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AS IDEIAS PROTOFASCISTAS, por Rubens Pinto Lyra

Charge de Aroeira copiada de 1.bp.blogspot.com

A ideologia obscurantista dos bolsonaristas, se não considera, como os nazistas, uma determinada raça inferior, tem uma concepção que se aproxima desta.

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