William Costa assina prefácio do livro de Robson Nóbrega

“São herdeiros legítimos de Pedro Malazartes, João Grilo e Camonge, entre outros anti-heróis imortalizados no imaginário popular”, diz William Costa (foto) sobre personagens de ‘Mulungwood’, livro que o jornalista e escritor Robson Nóbrega lança no próximo dia 30, em João Pessoa.

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PRECONCEITO, DOENÇA DA ALMA, por Joaci Júnior

Acude a alma que rasurada pelo preconceito desmancha-se em desalentos febris, escravizando uma existência atormentada de forma perenal, diante da escolha infinda pelo mal.

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João Pessoa deve ganhar em breve o seu Morro do Careca

Desde meados de junho deste ano, um monte de gente que passa pela Rua da Barreira, no Cabo Branco, acredita que a imagem da foto acima mostra o resultado de um deslizamento durante a chuvarada junina na capital paraibana. Nada disso.

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Uma lenda chamada Marconi Góes

“Só duas pessoas Marconi não bota pra fora de jeito nenhum d’O Norte. Uma é Dona Beth, a contadora, porque sabe de tudo. A outra é Zizinho, o ajudante de ordens, porque não sabe de nada”.

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Uma dupla imbatível e impagável na Editoria de Esportes

Não tinha esse negócio de tempo ruim com Martins Neto, o Quati. Gozador em tempo integral, nenhum colega de Redação escapava do humor, das tiradas e dos apelidos que ele botava e, geralmente, pegava.

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Robson Nóbrega lança dia 30 o seu primeiro livro

‘Mulungwood – Histórias do Negão Morais e outros heróis’. Título e subtítulo identificam o livro de estreia do jornalista Robson Nóbrega como escritor. Lançamento marcado para o dia 30 deste mês, das quatro da tarde às nove da noite, na Livraria Leitura (térreo do Manaíra Shopping, em João Pessoa).

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Criadores de lendas, dramas e comédias da cidade

Quando migrei de Bananeiras para João Pessoa, em fins de 1971, uma lenda urbana em torno de suposto criminoso aterrorizava ou já não apavorava mais as ‘famílias de bem’ e de bens da Capital. A lenda atendia pelo nome de Pedro Corredor, “o maior tarado de todos os tempos da Paraíba”.

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Juarez Félix e os cérebros movidos a nicotina

Juarez Félix, memorável editor de ‘Polícia’ de O Norte nos 70, aparentava muito mais idade que seus presumíveis 50 e pouco. Baixinho, magrinho, cabecinha branca, sua aparência tinha um quê de alguém castigado por bebida, excessos no cigarro ou as duas coisas juntas.

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Uma academia de jornalismo na redação de O Norte

O Norte que me acolheu em 1974, já na então sede nova da Avenida Pedro II, Centro de João Pessoa, era uma verdadeira academia de jornalismo, sob editoria-geral de Teócrito Leal e coordenação de Evandro Nóbrega, que fazia o papel de chefe (ou secretário) de Redação.

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Memórias de um tradutor de telegrama

Peço licença e até desculpas aos eventuais leitores. O texto adiante tem a pretensão de ser o primeiro de uma série – quem sabe um livro – sobre os 45 anos de jornalismo deste que vos escreve. Assunto de interesse um tanto restrito, pode ter alguma serventia aos meus iguais no ofício e afins. O que justificaria meu apelo à indulgência de todas e todos, jornalistas ou não, que deitarem olhos neste escrito.

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