QUADRILHA TEIMOSA, por Ana Lia Almeida

(Imagem apenas ilustrativa reproduzida de G1DF)

Foi-se junho. Tão querido, tão festivo, foi-se triste sem as sanfonas, sem as fogueiras nem os balões.

Mas teve gente que não deu o braço a torcer: arrumou milho, canjica, pamonha e pipoca e chorou vendo os artistas cantando no computador. Muitos deles penando, sem o sustento do ano todo que conseguem nessa época, e por isso gente que brilha como Gilberto Gil fez uma festa junina pra arrecadar uma grana pra eles.

Aqui em casa teimamos e fizemos uma quadrilha. Sim, presencial! O marcador filmou tudo, enquanto puxava os anarriês e os alavantus. Passou a cobra, passou a chuva e teve até o serrote!

Os seis quadrilheiros, contando com os cachorros, terminaram no chão, morrendo de rir.

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  1. Alavantu!
    Anarriê!
    Chã de dama!
    Chã de cavaleiro!
    Quanta ternura! Quanta poesia! Quantas saudades!
    Obrigado, Ana Lia, por abrilhantar a minha sexta!

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