Triste sina, cena triste: o fim do Bar do Seixo

Professor Oséas

• Por Oséas de Almeida Neto

“Adeus, adeus, adeus/cinco letras que choram/num soluço de dor”. Adeus, adeus, adeus, é como fim de uma estrada, cortando a encruzilhada, ponto final de um reencontro, seu gestor.

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A delação premiada e o Direito Talmúdico, por Samy Pinto

(Ilustração: Ambiente Legal)

Uma prática da justiça tem se tornado um assunto habitual entre os brasileiros e tomou conta dos noticiários: a delação premiada. A expressão jurídica, que pode ser entendida como “uma troca de favores”, encontrou espaço no centro do debate político do país.

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Madame prevê que Ricardo Coutinho ganha todas no TRE

Advogada aposentada, há quatro ou cinco anos Madame Filó dedica-se a adivinhar o resultado de julgamentos em nossos tribunais mais concorridos. Dizem até que requisitadas bancas de advocacia procuram os serviços de vidência da distinta senhora antes de abraçar uma causa ou apresentar algum recurso judicial sem garantia antecipada de êxito nas cortes a que se destinam.

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Dom Marcelo retorna a João Pessoa, na paz e tranquilidade

Dom Marcelo: 1º de maio de 1928/25 de março de 2017 (Foto: Rede Esperança)

Hoje o vejo com a face serena repousando ainda na Sé de Olinda, com as vestes episcopais e uma cruz de madeira no peito. Antes de seguir para Guarabira e depois João Pessoa, descansa um pouco, perto do Dom, de Lamartine e de Pe. Henrique. A cabeça voltada para o altar e os pés para a porta da catedral, como se velam os bispos e os padres. Aqui bem perto do Seminário e do Mosteiro de São Bento.

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Aplicativos geram fadiga de estímulo das mensagens instantâneas

(Foto: Ilustração/Canaltech)

Philp Kotler, em seu livro Marketing 4.0, que ainda será lançado no Brasil, aborda sobre o paradoxo que nos acomete nos dias de hoje: “Vivemos em um mundo high tech, mas queremos um contato high touch. Quanto mais somos sociais, mais queremos algo feito para nós”.

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Sobre Bruno Filho e Jota Júnior, depoimento e torcida de fã

Jota Júnior (Foto: imagem/TV Correio)

Tenho hoje a felicidade da convivência diária com Bruno Filho, seguramente o melhor âncora do bom radiojornalismo que ainda se pratica na Paraíba. Considero um privilégio participar do programa que ele comanda todas as tardes, de segunda a sexta-feira, na CBN João Pessoa.

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Pedindo perdão ao meu neto pelo que querem fazer com ele desde já

(Foto: Último Segundo/IG)

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Histórias inesperadas

Chico Xavier, em 1980 (Foto: Wikipédia)

Ele chegou, pediu licença para dividir a mesa do cafezinho e ocupou uma cadeira já puxando conversa. Daí pra frente, durante uma hora contou-me um pouco ou muito da sua vida. Vida sofrida, cheia de aperreios, provações e privações. Desde o início. Ainda bebê de colo, ficou órfão da maneira mais trágica e triste.

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Para encerrar polêmica, historiadora garante: mulata não vem de mula

“Duas mulatas” (1962), por Emiliano Di Cavalcanti (Foto: reprodução)

Até o jornalista Sílvio Osias contar que outro dia ficou sem graça ao chamar uma linda mulata de mulata e a linda mulata ter dito que não gostava de ser chamada de mulata, porque a palavra viria de mula, não sabia que tal denominação era considerada ofensiva por alguns e algumas que recorrem à etimologia para repudiá-la e até caracterizá-la como injúria racial.

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Padre alerta que presídios já têm quase metade de presos provisórios

Sob o título ‘Situação do Cárcere’, artigo do Padre Bosco Nascimento (leia adiante) revela que o número de presos provisórios é “quase metade” da população carcerária. Reconhecido por seu esforço para humanizar o sistema penitenciário, no seu escrito ele adverte ainda que quem fecha uma escola abre uma prisão.

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Ao contrário de Dona Nininha, ratos de palácio fedem. E como fedem!

Dona Nininha inspirou outro belíssimo suelto. Depois do jornalista Marcelo José, o descobridor da catadora de recicláveis do Cidade Verde, agora é o psicólogo Fabiano Moura de Moura quem escreve sobre a cidadã e vivente da Capital que é exemplo de dignidade e integridade. Adiante.

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Dona Nininha: dignidade que reacende a esperança na raça humana

Na hora em que desacreditamos em quase todos, em quase tudo Eis que surge Dona Nininha!

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Insônia literária

(Foto: Ilustração: A Mente é Maravilhosas)

Meia noite. É preciso escrever. Mudo o horário. Mudo o computador. Mudo a posição. O texto continua mudo.

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Gonzaga Rodrigues e a tristeza que é depender de ônibus em João Pessoa

Terminal de Integração no Varadouro (Foto: André Resende/G1)

Não sei se é a estreia dele no Facebook, mas hoje (19) foi minha estreia na leitura de Gonzaga Rodrigues naquela ‘rede social’. Li e resolvi socializar – adiante – a crônica do Mestre sobre penúrias e agruras do usuário de ônibus em João Pessoa. E também – ou principalmente – da triste condição humana simbolizada por quem depende do Terminal de Integração do Varadouro (Rubens Nóbrega).

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OS TEIMOSOS DA ESPERANÇA, por Ronaldo Monte

Ilustração: Picasso/Gravura

É tempo de esperança. Por mais que queiram que nos desesperemos, sejamos teimosos, tenhamos esperança. Por mais que queiram que cada um salve o próprio umbigo, sejamos teimosos, sejamos solidários.

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Desespero e angústia de um servidor público com salário atrasado

(Ilustração: apaz.com.br/Fundo CC Max William)

Com salários atrasados e a notícia de que o prefeito eleito de Santa Rita, Emerson Panta, desde já recusa-se a pagar a ‘herança maldita’ que receber ao assumir em 1º de janeiro, angústia e o desespero incorporaram-se à rotina de centenas de servidores municipais. Uma carta dá uma ideia do drama que vivem essas pessoas.

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Meta-metamorfose, por José Mário Espínola

(Imagem: Obvious)

Eu vou desdizer
Aquilo tudo que eu lhe disse antes
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
(Raul Seixas: ‘Metamorfose ambulante’)

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Efeitos da pós-verdade no debate sobre vaquejada

(Foto: Folha do Sertão)

(Foto: Folha do Sertão)

Em artigo publicado ontem (5) na revista Consultor Jurídico, reproduzido adiante, o advogado Henrique Carvalho ataca pareceres que dizem ser vaquejada sinônimo de tortura de animais. Vice-presidente da Comissão do Bem Estar Animal da OAB-AL, ele garante que tais opiniões são desprovidas de fundamentação científica e não passam de noções falseadas sobre o assunto difundidas por “pareceristas/ativistas”.

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‘Sem remédio’, crônica-denúncia de Ronaldo Monte

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Os serviços de entrega de medicamentos excepcionais da Paraíba estão desabastecidos. Isto significa que centenas de pessoas simplesmente correm o risco de morrer, pois esses medicamentos, em sua maioria não são encontrados no mercado. E os que são, custam os olhos da cara.

Eu mesmo dependo de um injetável que custa noventa reais cada unidade. A três por semana, chegamos à soma de um mil e oitenta reais por mês. Como é que fica quem ganha salário mínimo? Chego à conclusão de que não é preciso esperar pela aprovação da PEC do teto orçamentário para assistir ao desmonte dos programas de proteção à saúde. Foi só o Temer se sentar na cadeira da Dilma para começar a esculhambação.

Falo isto do alto da minha patente de paciente renal crônico que sente na pele (nos rins) os efeitos desse descaso. Desde julho que não consigo retirar minha quota de Renagel, um remédio importado crucial para o controle do cálcio no organismo. Estou me virando com um medicamento que só parcialmente substitui o original, me colocando em risco de descalcificação.

O que dói na alma, entretanto, é a expressão de desamparo das pessoas que encontro no guichê do dispensário. São pobres, em sua maioria. Uma parte deles se desloca com dificuldade, maltratada pelo transporte público de má qualidade. Alguns moram em outras cidades, acordando de madrugada para se submeter ao calvário dos desvalidos.

De minha parte, estou tentando desvendar o labirinto burocrático que leve aos responsáveis por este crime contra a população. Mas é enorme a dificuldade para obter um simples número de telefone. Preciso de ajuda.

Seu erro foi querer voltar para casa

vivianny-crisley

Dirão os machistas de plantão: o que quer uma mulher sozinha num bar, até de madrugada? Dirão outros: como pode se acompanhar de pessoas com as quais não tinha intimidade?

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Morro do Chapéu, um belo exemplo a ser seguido

Morro do Chapéu (Foto: estradasecaminhos.blogspot.com)

Morro do Chapéu (Foto: estradasecaminhos.blogspot.com)

Morro do Chapéu é uma cidade da Bahia, da região da Chapada Diamantina, conhecida pela delícia de sua temperatura média, pela beleza da “Ferro Doido” e pelo Centro de Pesquisas Ufológicas de “seu” Alonso.

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Mudanças e moradias. Da casa do campus ao centro da cidade

A Casa da Escola, no Campus da UFPB em Bananeiras

A Casa da Escola, no Campus da UFPB em Bananeiras

Depois da casa do antigo Posto Agropecuário, do Ministério da Agricultura, e da casa da Ladeira do Paravéi, que pertencia a Nossa Senhora do Livramento, moramos em mais três casas em Bananeiras. Findo o contrato com a santa padroeira, a família Barbosa da Nóbrega foi se arranjar em outra moradia boa. Boa é pouco. Pra lá de ótima.

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