A FLIB VEM AÍ

Em sentido horário, Abranches, Caldeira, Laurentino e Míriam LeitãoParaty que se cuide. Bananeiras vai entrar no circuito das grandes promotoras de feiras (ou festas) literárias do Brasil. Vem aí a Flib, a Festa do Livro de Bananeiras.

Pelo que vi na página da Prefeitura da cidade, os organizadores já batizaram o evento, que será realizado no final de outubro próximo, de I Festival Literário de Bananeiras.

Festa, feira, festival… Tanto faz. O importante é envolver pessoas, cada vez mais pessoas, na prática da leitura, no gosto pelo livro, no apreço pela cultura, seus melhores e mais relevantes produtos.

Bananeiras, graças ao seu povo e à sua história, aos seus educadores e algumas lideranças políticas, é naturalmente vocacionada e preparada para atuar como polo de atração de fatos e movimentos culturais.

Tudo protagonizado por gente que se recusa a apagar a luz de uma educação transformadora. Gente que tem na cultura a mola propulsora de desenvolvimento humano e material para todos os atuais e futuros viventes.

Nesse contexto, nesse cotejo com a nossa atualidade e sombria realidade, iniciativas como a de Bananeiras têm valor e urgência inestimáveis.

Por essas e tantas outras, a Flib vem para ficar, aposto. Quando menos, para servir de contraponto local às ameaças que as trevas e seus expoentes nos fazem todos os dias.

E a mais repulsiva e apavorante de todas as ameaças é ver o obscurantismo que se alastra abrir suas asas sobre todos nós.

Quem vem

Segundo publicou a Assessoria de Comunicação da Prefeitura do lugar onde mora a minha saudade, a I Flib acontecerá entre 25 e 27 de outubro que vem.

Ainda não foi fechada a programação da festa ou festival literário, mas o prefeito Douglas Lucena já me adianta que a Flib será sem dúvida um espaço aberto à liberdade de exposição, venda e debate da produção editorial do Brejo Paraibano e de toda a Paraíba.

Além de tudo, a Festa do Livro de Bananeiras abre-se como esplêndida oportunidade para autores paraibanos mostrarem os seus trabalhados lado a lado de best-sellers nacionais como Sérgio Abranches, Jorge Caldeira, Laurentino Gomes e Miriam Leitão (expostos em sentido horário na fotocomposição que ilustra esta matéria).

É sério

Não faço graça nem me ufano além da conta quando digo que Paraty que se cuide, mesmo sendo a paradisíaca e histórica cidade fluminense sede da maior festa literária do interior do Brasil, a famosa e concorrida Flip.

Falo e escrevo essas coisas dessa forma porque sei do potencial de Bananeiras e lembro bem que alguns me veem exagerado ou sem noção porque há 15 anos propago que Bananeiras quer e pode ser mais do que a Gravatá ou a Garanhuns da Paraíba.

Pelo que se vê, do jeito que vai, mais um pouco – e num futuro nem distante assim – Gravatá ou Garanhuns é que vai lutar para ser referenciada como a Bananeiras de Pernambuco.

2 Comente A FLIB VEM AÍ

  1. Fábio Maia Disse:

    Ótima notícia!

  2. Antônio Carlos Ferreira de Melo Disse:

    Se todos os filhos de Bananeiras fizessem a promoção que você faz dela desde muito tempo, a cidade era outra. Sua contribuição tem sido muito importante no tocante ao desenvolvimento que Bananeiras vem tendo . Lhe vejo como um dos filhos mais brilhantes dessa terra, pelo que escreve sobre a mais linda cidade da pequenina Paraíba. Forte abraço

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