Entidade denuncia assédio moral e falta de transparência na Polícia Civil da Paraíba

Ao convocar hoje (18) a categoria para sessão da Assembleia Legislativa na próxima terça-feira (21), quando será votada matéria de interesse de seus filiados, a Associação dos Policias Civis de Carreira da Paraíba (Aspol-PB) reafirmou que o policial civil paraibano recebe o pior salário do país e denunciou a ocorrência de assédio moral, falta de transparência e gestão “parcial” na Polícia Civil no Estado.

“A hora do basta chegou!”, conclama a Aspol em nota distribuída neste sábado por sua presidente, Suana Melo, especificando o que preciso ser abolido imediatamente na administração da Polícia Civil da Paraíba e na relação dos policiais civis com os seus superiores. A entidade não diz quem estaria praticando assédio moral, mas aponta falta de transparência na publicação das escalas de plantão. Veja:

Basta de uma gestão parcial na Polícia Civil da Paraíba!
• Basta de ter o pior salário do país na Polícia Civil da Paraíba!
• Basta de ausência de transparência na publicação das escalas de plantão na Polícia Civil da Paraíba!
• Basta da distribuição das horas extras sem critérios na Polícia Civil da Paraíba!
• Basta de assédio moral na Polícia Civil da Paraíba!
• Basta de demora da publicação das acumulações de delegacias na Polícia Civil da Paraíba!
• Basta de não publicação das gratificações por atividade especial e de inteligência na Polícia Civil da Paraíba;
• Basta de uma Polícia Civil de castas!

Em caráter de urgência

Na sessão de terça-feira, a Assembleia Legislativa deverá votar em caráter de urgência projeto de lei que trata das vagas para promoção, plantões extraordinários e acumulações na Polícia Civil. Segundo a Aspol, o texto da proposta beneficia apenas delegados.

“O texto construído por alguns delegados beneficia apenas a categoria dos delegados e consiste em alterar a Lei 8672/2008, dobrando somente para eles a quantidade de vagas disponíveis para sua classe Especial, deixando as demais inalteradas”, ressalta a entidade.

Clique aqui para ler na íntegra a nota da Aspol.

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