Uma providência simples para inibir crimes dos bandidos de moto

(Foto: Ilustração/Papo de Homem)

Para ao menos reduzir ou inibir homicídios e roubos por duplas de bandidos que andam de moto, o cidadão sugere à Polícia da Paraíba uma providência simples, mas com enorme potencial de eficácia: “Por que não uma simples e regular ação de abordagem preventiva em motos com dois ocupantes com capacetes?”.

A sugestão vem de Jair César Miranda Coelho, cirurgião-dentista com atuação profissional na Grande João Pessoa. No espaço deste blog dedicado à opinião dos leitores, ele ofereceu ontem (7) a contribuição a seguir, útil e certamente benéfica tanto para seus concidadãos quanto para a própria Polícia do Estado:

  • A imprensa noticia quase sempre que ‘dois homens em moto fazem assalto saidinha de banco’ ou ‘Polícia procura dois homens em uma moto que assaltavam na praia’ etc. etc. etc. Por que não uma simples e regular ação de abordagem preventiva em motos com dois ocupantes com capacetes? Prevenção. Só isso. Se apreendem armas, prendem criminosos, evitam assaltos e outros crimes. Que tal a ideia para a Polícia da Paraíba?

Comentário do blogueiro, na mesma seção, em resposta ao leitor

Segurança pública preventiva é a melhor segurança, a mais efetiva e eficaz. Segurança pública é não ter que prender. Principalmente prender após o crime que poderia ter sido evitado se houvesse policiamento preventivo e ostensivo digno do nome na Paraíba.

Mas, como todos sabem – talvez menos o nosso Governo – falta efetivo policial para desenvolver e aplicar uma verdadeira política pública de segurança e defesa social. A PM tem menos da metade do contingente necessário e definido em lei (17 mil policiais militares). A Polícia Civil tem um quadro (pouco mais de 2 mil) com idade média avançada, porque a reposição da força de trabalha é quase nenhuma ao longo dos anos.

Outro aspecto relevante. Poucos, em nossa força pública, quer aposentadoria ou reforma porque perde no mínimo 35% da remuneração. Porque a inatividade elimina automaticamente o recebimento dos penduricalhos de contracheque (a exemplo do Bolsa Desempenho e prêmio por apreensão de armas). Esses ‘benefícios’, pródigos na atual gestão, quebram a paridade entre ativos e inativos da corporação. Além disso, criam a ilusão de termos um governo que paga bem aos policiais ou, como prefere dizer o governante, paga melhor que todos os seus antecessores.

  • por rubens nóbrega

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