Jornal revela que Lava Jato aceita delação de Palocci se ele incriminar Lula

Em 20 de abril último, Palocci disse a Moro que tinha muito a falar (Imagem do depoimento)

Exatamente um ano após noticiar que ‘Delação de sócio da OAS trava após ele inocentar Lula’, a Folha de São Paulo revela hoje (31) que para fechar acordo de delação premiada com Antônio Palocci os procuradores da Lava Jato exigem que o ex-ministro incrimine o ex-presidente.

“Para dar início às conversas sobre a delação, procuradores exigiram que o petista confirmasse informações sobre o ex-presidente Lula dadas por ex-executivos da Odebrecht, principalmente no diz respeito à conta ‘Amigo’. Ele sinalizou positivamente”, destaca o jornal.

Clique aqui para ler na íntegra a matéria da Folha.

Léo Pinheiro incriminou Lula em depoimento a Moro em abril deste ano (Imagem do depoimento)

No dia 1º de junho de 2016, o mesmo jornal divulgou que as negociações do acordo de delação de Léo Pinheiro, ex-presidente e sócio da OAS condenado a 16 anos de prisão, travaram na época porque o empreiteiro disse aos procuradores da Lava Jato que as obras que a empresa fez no tríplex do Guarujá (SP) e no sítio de Atibaia (SP) foram para agradar a Lula, “e não contrapartidas a algum benefício que o grupo tenha recebido”.

Clique aqui para ler a matéria completa da Folha sobre fracasso da delação de Léo Pinheiro ano passado.

Léo Pinheiro mudou seu depoimento este ano e o acordo de delação foi fechado. No dia 20 de abril passado, ao ser interrogado pelo juiz Sérgio Moro, em Curitiba, o empresário afirmou que Lula o orientou “a destruir provas que pudessem incriminá-lo, já com as investigações da Operação Lava-Jato em curso”, conforme noticiou a chamada grande imprensa naquela data.

Clique aqui para ler o que foi publicado sobre o depoimento de Léo Pinheiro no jornal Valor Econômico.

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