Veja quem são os políticos da Paraíba que aparecem na lista da JBS

Veja a seguir a relação dos deputados federais, estaduais e candidatos a senador e a governador da Paraíba que na campanha de 2014 receberam ajuda financeira da JBS, segundo a lista divulgada hoje (30) pelo Congresso em Foco. Ao lado do nome de cada um, o blog publica a quantia que os irmãos delatores Joesley e Wesley Batista, donos da Friboi, garantem ter doado a esses políticos.

Deputados Federais

Efraim Filho – R$ 100 mil
Damião Feliciano – R$ 100 mil
Veneziano Vital – R$ 5 mil
Aguinaldo Ribeiro – R$ 520,4 mil
Wellington Roberto – R$ 1,1 milhão
Benjamin Maranhão – R$ 250 mil

Deputados Estaduais

João Henrique – R$ 700
Edmilson Soares – R$ 2,6 mil
José Aldemir – R$ 350
Daniella Ribeiro – R$ 267,2 mil
Caio Roberto – R$ 202 mil
Arnaldo Monteiro – R$ 80,3 mil
João Gonçalves – R$ 100 mil
Bosco Carneiro – R$ 50 mil

Candidatos a Governador

Vital do Rêgo Filho – R$ 500 mil
Cássio Cunha Lima – R$ 635 mil

Candidatos a Senador

Lucélio Cartaxo – R$ 45,8 mil
José Maranhão – R$ 600 mil

13 Comente Veja quem são os políticos da Paraíba que aparecem na lista da JBS

  1. Graça Marques Disse:

    Rubens, Estou morta de vergonha. Essa Pobre Paraíba Pobre, é submissa e miserável, até na ilicitude. Isso é esmola digna da indignidade desses políticos.
    Como pode um político ficar refém e submisso ( caso não tenha sido declarado) de uma quantia tão insignificante.

  2. Danilo Disse:

    Não devemos ter vergonha da Paraíba, mas sim, desses políticos corruptos.

  3. João Memória Boa Disse:

    Rubens, na lista também constam os nomes de Wilson Santiago e Raoni Mendes.
    Pode checar.
    Abraços

  4. Lucelia Disse:

    Quero ve se o povo ainda vai vota neles

  5. José Jumar Gomes de Medeiros Disse:

    Lembremos deles nas próximas eleições. Não esqueçam os que traíram a honra da Paraíba. Se bem que, quando o assunto é político, é demais esperar HONRA dessa classe. Eles só querem se ARRUMAR e aos seus.

  6. A cada instante, mais fica deploravel a situaçao politica no Brasil.
    Nao me vejo mais animado a ouvir esses telejornais. Fico pensando que derrepente o meu nome apareça como beneficiario desse esquema.

  7. Sim…
    Descupem-me.
    Nunca fui candidato a nada…
    Minha temencia é que um desses pomiticos depositem dinheiro na minha conta para esconder o dinheiro.

  8. Antônio Henriques Filho Disse:

    O Governador também recebeu dinheiro?

  9. alves Disse:

    Lamentável . políticos que vendem sua moral e enganam seus eleitores que tanto brigaram pela honra e dignidade política. Eis aí o resultado da falsa seriedade daqueles que se vendem . Vendem seu estado . E Seu povo .

  10. Zenildo Disse:

    Já estou pensando seriamente em ir embora do país…o Brasil não tem mais jeito enquanto houver parlamento . Democracia aqui não funciona. Tem que haver ditadura mesmo ….mas que coloque bandido e corrupto no corredor da morte

  11. (PV.1.7) O TEMOR DO SENHOR É O PRINCÍPIO DO SABER, MAS OS LOUCOS DESPREZAM A SABEDORIA E O ENSINO: (IS.24.15) AI DOS QUE ESCONDEM PROFUNDAMENTE O SEU PROPÍSITO DO SENHOR, E AS SUAS PRÓPRIAS OBRAS FAEM ÀS ESCURAS E DIZEM: QUEM NOS VÊ? QUEM NOS CONHECE? (IS.46.8) LEMBRAI-VOS DISTO E TENDE ÂNIMO, TOMAI-O A SÉRIO, Ó PREVARICADORES; (2CO.5.10) PORQUE IMPORTA QUE TODOS NÓS COMPAREÇAMOS PERANTE O TRIBUNAL DE CRISTO, PARA QUE CADA UM RECEBA SEGUNDO O BEM OU O MAL QUE TIVER FEITO POR MEIO DO CORPO

    POLÍTICOS, TODO CUIDADO É POUCO

    VIVA JESUS!

    Boa-tarde! queridos irmãos.

    Os escândalos de corrupção que vêm sendo desvelados nas últimas semanas em nosso país confirmam duas teses que nos obrigam a refletir seriamente a respeito dos políticos brasileiros e daquilo que deles podemos esperar.

    A primeira: o impeachment de um presidente da República e a condenação dos chamados mensaleiros em nada serviram como exemplo do que não se deve fazer no exercício de um mandato outorgado pelo povo.

    A segunda: muitos políticos, senão a maioria, pelo menos grande parte deles, não temem a justiça humana e, com toda a certeza, a justiça divina, como se a vida de uma pessoa se encerrasse com a inumação do seu corpo.

    A situação chegou a tal ponto no Brasil, que honestidade e idoneidade moral passaram a ser tidas como virtude, tal a sua escassez na vida política deste país.
    Com respeito à justiça dos homens, a certeza da impunidade é a base do destemor com que agem os políticos corruptos, um fato inquestionável porquanto, dentre eles, são pouquíssimas as pessoas que têm chegado às barras do tribunal. E quando isso se dá, os condenados recebem penas pífias, como vimos no processo do chamado mensalão, em que os operadores do esquema receberam penas altas e adequadas à gravidade dos seus crimes, não se verificando o mesmo com relação aos supostos mandantes e aos beneficiários dos recursos desviados.

    No tocante à justiça divina, quem se diz adepto do Cristianismo deveria ter mais cuidado. Todo aquele que matar com a espada, da espada será vítima. A cada um segundo as suas obras. A semeadura é livre, mas a colheita é compulsória.

    A chamada lei de causa e efeito, que era conhecida desde o tempo de Jeremias, constitui um dos princípios fundamentais da doutrina espírita e nada mais é que a confirmação do que Jesus nos ensinou.

    Não podemos brincar com coisas sérias. A passagem pela experiência da vida num plano material como este em que vivemos não tem por fim a curtição ou o gozo, como muitos imaginam, mas objetivos definidos que não é bom menosprezar.

    Daquilo que fizermos aqui teremos de prestar contas e, queiramos ou não, esse momento do ajuste pode ser bem desagradável.

    Processa-se neste momento no Brasil a definição dos que vão estar à frente da administração pública da União e dos Estados, como se definiu no início do mês a composição de parte do Senado da República e das câmaras legislativas de âmbito estadual e federal.
    Nosso colaborador José Lucas relatou há pouco, em artigo publicado nesta revista, que o conhecido médium e orador José Raul Teixeira foi certa vez efetuar uma palestra numa importante cidade brasileira. Quando se dirigia, com seus anfitriões, ao restaurante onde iriam almoçar, enquanto esperavam que o semáforo abrisse para atravessarem larga avenida, ele viu uma mulher andrajosa perto dali, a procurar comida num cesto de lixo. A cena causou-lhe tamanha impressão que ele perdeu a vontade de almoçar, embora necessitasse fazê-lo.

    Já no restaurante, enquanto tentava recompor-se mentalmente, pensando naquele ser que nada tinha, e ele ali num restaurante com seus amigos, apareceu-lhe um Espírito amigo que o acompanha nas tarefas doutrinárias. O benfeitor espiritual o acalmou, dizendo que mesmo que ele fosse dar comida limpa àquela senhora, ela recusaria. E, em breves pinceladas, narrou-lhe a história daquela mulher, que nesta existência era a reencarnação de um famoso político brasileiro, ainda hoje muito conceituado, que, por haver prejudicado tanto o povo, tinha reencarnado numa condição miserável, devido ao mecanismo do complexo de culpa que o acometeu após a morte do corpo. Voltara assim à existência corpórea numa condição miserável para aprender a valorizar aquilo que ele tanto desprezara na vida anterior: as dificuldades financeiras do próximo. Curiosamente, o nome do famoso político a que ele se referira estava afixado na esquina próxima, dando nome à avenida, motivo pelo qual aquela mulher, por um mecanismo de fixação inconsciente, não se afastava do local, onde outrora lhe prestaram grandes homenagens.

    Não se tratava de um castigo divino, mas sim o cumprimento da lei de causa e efeito, segundo a qual cada pessoa colhe na vida aquilo que plantou na vida com seus atos, pensamentos e sentimentos.

    Em face desse e de tantos casos semelhantes que deparamos na literatura espírita, não nos custa lembrar aos políticos que assumirão em breve seus postos de trabalho: – Amigos, tomem tento: todo cuidado é pouco!
    Editorial-O Consolador

    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/politicos-todo-cuidado-e-pouco!/#ixzz4TaKtrJI7

    DAR CONTA DE SI

    São muitos os que atravessamos a existência na Terra sem muitas preocupações com os próprios atos.
    Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida não fosse nossa exclusiva responsabilidade.
    Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequência, vivemos com o único propósito de amealhar, tirar vantagens pessoais.
    Não falamos dos que se entregam, de forma explícita, a questões ilegais como o roubo, o furto ou tráfico.
    Dizemos de nós, os que na intimidade de grandes corporações, no luxo de escritórios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro público, na montagem de balanços forjados, na estruturação de contratos fraudulentos.
    Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si é o grande vencedor.
    Outros de nós atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atuação no limite da legalidade, na preocupação de não sermos pegos pela justiça, de não respondermos perante tribunais e juízes.
    Não medimos esforços na busca de brechas na legislação, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para nós mesmos.
    Temos ciência de não estarmos contra a lei, entretanto, serão apenas códigos humanos a nos ditar os limites de nossas ações.
    Porém, não podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra não é patrimônio que nos pertença.
    Renascemos nas lides terrenas e retornamos à pátria espiritual sob o rigor da lei Divina.
    Dessa forma, todas as experiências terrenas estão sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior é o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de nós.
    Ao concluirmos a experiência física, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.
    Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo físico, é a título de empréstimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendatários.
    Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e no além túmulo.
    Poderá ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao próximo, os tribunais da Terra não nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.
    Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consciência quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.
    Diz o bom senso, então, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos é legal, moral.
    Necessário analisar se nossos atos não prejudicam o próximo, não atribulam a outrem, se não causam dificuldades a alguém.
    Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequências.
    Importante nos questionarmos a respeito de nossas próprias ações, quais os valores que escolhemos para nossas decisões.
    Afinal, serão eles que dirão da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.
    Pensemos nisso.

    Redação do Momento Espírita.
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    FORMATAÇÃO E PESQUISA: MILTER -30-07-2017

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