Abaixo-assinado pelo fim de privilégios dos deputados já tem mais de 100 mil assinaturas

O cidadão Antônio Carlos, de Nova Lima, está mobilizando pessoas via Internet para que assinem abaixo-assinado pedindo o fim dos privilégios dos deputados federais. Segundo levantamento de portal de notícias especializado na cobertura do Congresso Nacional, eles custam R$ 1 bilhão por ano aos cofres públicos.

O abaixo-assinado, acolhido pelo Change.org, uma das maiores plataformas de mobilização online do mundo, já tem quase 110 mil assinaturas. A meta é chegar a 150 mil apoiadores. O documento será entregue à ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e à Câmara de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal (MPF).

O texto de divulgação da petição de Antônio Carlos cita matéria do Congresso Foco segundo a qual os deputados federais custam R$ 86 milhões por mês aos cidadãos brasileiros. O valor corresponderia a gastos que o proponente do abaixo-assinado considera absurdos, a exemplo de benefícios como os listados a seguir.

  • Salário de R$ 33.763
  • Auxílio-moradia de R$ 4.253 ou apartamento de graça
  • Verba de R$ 92 mil por mês para ter até 25 funcionários
  • Ajuda de custo de 2 salários no primeiro e no último mês da legislatura
  • Verba de até R$ 45,2 mil por mês para gastar com alimentação, aluguel de veículo, divulgação do mandato, entre outras despesas.

“Com R$ 1 bilhão por ano, seria possível construir hospitais e escolas pelo Brasil ao invés de gastar com os deputados. Repare que não estamos falando dos gastos com os senadores, que possivelmente são iguais ou até maiores”, lembra o texto do Change.org, ressaltando, no final:

Tudo que pedimos é que deputados e senadores tenham um salário justo, condizente com o cargo que ocupam. Eles deveriam ter de contribuir com a Previdência por 35 anos e usar seus próprios carros, pagar sua própria gasolina, assim como qualquer cidadão. Não estamos pedindo que os deputados fiquem sem salário, mas sim que gastos exorbitantes sejam cortados.

Para assinar e compartilhar o abaixo-assinado clique aqui.

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