Ah, se Francisco fosse o Prefeito!

Sagui na Mata do Buraquinho (Foto: Everaldo Batista/Mata AtlânticaPB)

Encerrando a temporada 2016 da mini-série ‘Ah, se eu fosse o prefeito’, o blog traz hoje (29) inspirado artigo de Francisco Di Lorenzo Serpa, cidadão que se dispõe e se dispôs a colaborar com a gestão pública fornecendo boas ideias e alternativas para João Pessoa.

Ah, se eu fosse o Prefeito!

Destinava uma área correspondente a um quarteirão, em cada bairro da cidade, cercada com uma alta cerca e cheia de árvores. Ali, passarinhos, saguis e insetos fariam moradia nas mangueiras, castanholas, coqueiros e jaqueiras. Fauna e flora seriam harmonicamente vizinhas do ser humano.

As nossas escolas seriam proibidas de vender, em suas cantinas, refrigerante, hambúrguer, cachorro-quente e chiclete. Elas passariam a vender caldo de cana, coco, tapioca, cocadas, amendoim e cavaco chinês.

Os campos de pelada seriam todos recuperados, os times amadores de bairro prestigiados e devidamente assessorados pela Prefeitura.

As nossas praças públicas seriam destinadas também à exibição de filmes ao ar livre, teatro de arena, lançamento de livros, exposições de arte e oficinas, sempre priorizando os talentos da terra.

Onde fosse possível e viável, mandava substituir a energia elétrica por energia solar. Já a frota de veículos do município seria a gás natural.

Por meio de lei, uma área da cidade seria destinada exclusivamente para receber em nossa cidade os espetáculos circenses e os grandes parques de diversão, com a devida infraestrutura (água, luz, telefone e Internet).

As feiras livres seriam devidamente higienizadas, claras, amplas e arejadas, tornando-se um local prazeroso ao consumidor.

Incentivava a reativação, preservação e recuperação de ambientes gastronômicos e boêmios da cidade que fizeram história, como a Churrascaria Bambu da Lagoa, o Bar O Luzeirinho de Jaguaribe, o Elite Bar e Restaurante de Tambaú, o Pavilhão do Chá e o Flor da Paraíba no Centro.

Quando o município fosse inaugurar uma obra, não gastaria significativa soma em dinheiro trazendo bandas e artistas com talento e honestidade duvidosos. As inaugurações seriam abrilhantadas pela Banda 5 de agosto, Orquestra Sinfônica da Prefeitura ou do Estado, escolas de samba como a Malandros do Morro ou Catedráticos do Ritmo e demais representatividades musicais da cidade.

As crianças matriculadas na rede municipal de ensino teriam uma atenção especial e receberiam ensinamentos nos dois turnos. Com transporte, alimentação, material didático, farda mento, esporte, lazer e cultura gratuitos.

  • Francisco Di Lorenzo Serpa

3 Comente Ah, se Francisco fosse o Prefeito!

  1. raniere Disse:

    Eu seria o Secretario da Infraestrutura.
    Os pagamentos de obras executadas seriam feitos com a presença de um membro do MP, do TCE e de um funcionário de carreira da respectiva área da secretaria,ou seja se a obra fosse um hospital , um médico, uma estrada um engenheiro e assim por diante. ROUBO NUNCA MAIS.
    Abraços Meu grande amigo Chico Serpa

  2. Fernando Cavalcante Disse:

    Meu amigo a sim seria o paraiso só está faltando Jesus andar abençoando os moradores e pregando .

  3. Arael M. da Costa Disse:

    Não esqueçamos que algumas das atitudes ou procedimentos listados pelo escriba, já foram práticas corriqueiras em nossa cidade, como a participação das bandas (PMPB e 5 de Agosto [esta, criação do saudoso Prefeito Damásio Franca]) nas solenidades oficiais.
    No campo da saúde escolar, vale a pena relembrar a realização dos exames biomédicos nas escolas municipais (eram prática comum em todas as escolas e grupos escolares municipais ou estaduais), e dado o grande número de escolas existentes nos dias de hoje a instituição de gabinetes médico-dentários itinerantes, a exemplo dos operados pelo SESI, para uma ronda e atendimento periódico nas escolas.
    No campo da educação moral e cívica vale a pena considerar a retomada da prática de estampar nas capas dos diversos itens da lista de material escolar figuras exponenciais da história pátria – notadamente nossos conterrâneos, bem como as letras dos hinos representativos de nossa brasilidade, como o nacional, o da bandeira e o do Estado, ensinando-se os alunos a cantá-los.
    Pode ser utopia, mas talvez melhorasse um pouco o nosso viver…

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